Arquivo da categoria: Leitura

Agrupa temas como: Hábitos de Leitura, Incentivo à Leitura, Literatura, Leitura Dinâmica, Dicas de Leitura entre outros. Atualizado semanalmente às quartas-feiras, 10h. Destacado.

Programa de Incentivo à Leitura da AlphaGraphics bonifica colaborador com premiação extra

A leitura colabora não apenas para o desenvolvimento comunicacional e social como ajuda ainda na conquista do crescimento econômico e no sucesso profissional. Ciente disso, a AlphaGraphics, líder em soluções de impressão digital e comunicações personalizadas, lança o programa de Incentivo à Leitura entre seus colaboradores, voltado, num primeiro momento, para os funcionários que atuam no escritório da master franqueadora e na AlphaGraphics CENU, unidade conceito da rede, ambasem São Paulo, que reúnem cerca de 30 profissionais. A intenção, no entanto, é estender o projeto piloto a todas as unidades da AlphaGraphics no Brasil, dependendo sempre do franqueado.

Após ler um livro, que obrigatoriamente deve envolver o tema de negócios, sobretudo best-sellers, o funcionário pode fazer a apresentação da obra para a equipe da AlphaGraphics, expondo seus principais conceitos e conhecimentos adquiridos. Caso seja aprovada pelos colegas, o leitor ganha R$ 100 como bonificação. Assim, caso consiga realizar 12 apresentações, todas aprovadas pelo time, o funcionário ainda ganha mais R$ 600 como prêmio, atingindo R$ 1.800 de bonificação extra por ano. Continue lendo Programa de Incentivo à Leitura da AlphaGraphics bonifica colaborador com premiação extra

8 razões para se ler livros

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Com a evolução tecnológica, a maioria das pessoas decidiram deixar os livros nas estantes. Os mais novos só querem saber das novas tecnologias e os adultos dizem que não têm tempo para ler (mas a verdade é que muitos vão no comboio ou no metro agarrados ao tablet ou ao smartphone e não a uma obra literária).

A Time decidiu fazer uma lista de oito razões para deixar os e-books, as sms, os chats e os comentários nas redes sociais e optar por livros a sério. Pode ser que lhe dê alguma motivação… Continue lendo 8 razões para se ler livros

Fonte especial facilita a leitura de disléxicos

Um designer alemão decidiu criar uma fonte específica para facilitar a vida das pessoas com dislexia. Ajustando-se às dificuldades de leitura – proporcionadas por uma formação diferenciada do encéfalo –, as letras foram desenhadas para não se “moverem” com tanta frequência. “Pessoas com dislexia inconscientemente trocam, rodam e espelham letras em suas mentes”, disse Christian Boer.

“Letras tradicionais tornam esse problema ainda pior, pois são baseadas em outros designs mais antigos. Isso cria ‘letras-gêmeas’ para pessoas com dislexia”, conta o designer. Chamada de “Dislexie”, a fonte de Boer prima por diferenciar letras parecidas como “b” e “d” – ambas possuem formatos desiguais e são inclinadas para o lado.

Além disso, todas as letras são afinadas em cima. Para Boer, essa é uma técnica “capaz de fazer a pessoa disléxica não rodar as letras”. A fonte criada por Boer pode ser instalada por este link aqui.

FONTE PARA PESSOAS QUE TÊM PROBLEMAS COM DISLEXIA (FOTO: REPRODUÇÃO)
FONTE PARA PESSOAS QUE TÊM PROBLEMAS COM DISLEXIA (FOTO: REPRODUÇÃO)

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Fonte: Galileu

A leitura e a infidelidade

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A leitura provoca muitos sentimentos, mas percebe-se, já há algum tempo, que esse hábito está levando alguns leitores à infidelidade. Você que pensou que essa infidelidade ocorre quando um deles não lê e é deixado de lado pelo parceiro leitor, engana-se. Ambos traem. Não é uma traição levada pelas narrativas de amor e sexo, mas uma traição literária. Continue lendo A leitura e a infidelidade

Os livros infantis que os grandes autores brasileiros fizeram

As duas mãos de Carlos Drummond de Andrade, que escreviam sobre o sentimento do mundo e as pernas brancas, pernas amarelas, também se voltaram para elefantes que falam, histórias de infância, amores entre pulgas. Da mesma forma, o retrato de uma dona de casa que encontra e devora uma barata ou o trágico e cômico destino de Macabea não são o único tipo de universo de Clarice Lispector: ela também criava histórias em que seu cãozinho, Ulisses, falava e revelava as aventuras que viveu.

Se os nomes acima e outros, como Manuel Bandeira, Jorge Amado e Graciliano Ramos são presenças obrigatórias em qualquer historiografia da literatura brasileira, têm um lado muitas vezes menos conhecido. Em paralelo a nomes como o patrono da prosa infantil brasileira, Monteiro Lobato, vários mestres da nossa escrita se dedicaram a inventar histórias para crianças, em um mundo que se alimenta das fábulas, da cultura popular e das brincadeiras com as palavras (confira ao lado).

São histórias que podem parecer – ou mesmo ser – obras menores desses autores, mas não por sua pretensão. A maioria deles levava o ofício muito a sério, e suas produções são exemplos de como pensavam a poética voltada para o público infantil. É como o encenador russo Constantin Stanislavski já disse: para dialogar com as crianças, é preciso criar uma obra “igual a dos adultos, só que melhor”.

Drummond, por exemplo, defendia que não havia separação entre uma prosa adulta e uma infantil, e reclamava de quem tentava instaurar uma separação clara entre elas. “Será a criança um ser à parte, estranho ao homem, e reclamando uma literatura também à parte? Ou será a literatura infantil algo de mutilado, de reduzido, de desvitalizado – porque coisa primária, fabricada na persuasão de que a imitação da infância é a própria infância. Vêm-me à lembrança as miniaturas de árvores, com que se diverte o sadismo botânico dos japoneses; não são organismos naturais e plenos; são anões vegetais. A redução do homem, que a literatura infantil implica, dá produtos semelhantes”, argumentava o mineiro.

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Outra autora prolífica em obras infantis, Clarice dizia ter três sentidos para a vida: amar os outros, escrever e criar meus filhos. Juntou os objetivos em um só, depois de ser provocada pelo filho Paulo, quando já tinha uma sólida carreira literária. Ele queria saber por que a mãe só criava obras para adultos, nunca para os pequenos leitores como ele. Como conta a escritora e pesquisadora Geórgia Alves no artigo Os infantis de Clarice Lispector, o desafio foi aceito em 1967, com a publicação de O mistério do coelho pensante.

De uma história que contava para o filho João Jorge dormir, Jorge Amado também se viu ligado à literatura infantil. Escreveu o texto de O gato malhado e a andorinha Sinhá em 1948, quando morava em Paris. Depois de voltar para o Brasil, deixou a narrativa de lado por muito tempo e até se esqueceu dela. Só a reencontrou quase 30 anos depois, e logo o amigo e ilustrador Carybé criou desenhos para acompanhar a história. O autor baiano, que nem gostava tanto assim do texto, se viu obrigado a publicá-lo – e gostou da experiência, tanto que deu continuidade a ela com outro livro, A bola e o goleiro.

Formando leitores desde o berço

O primeiro contato com a literatura deve se dar ainda no útero, e ler para um bebê no berço, mesmo que ele nem saiba falar, traz acolhimento, afeto e calor humano. Essas duas máximas foram defendidas por Ninfa Parreiras, professora de Letras, escritora e psicóloga, durante palestra proferida na manhã de ontem, derradeiro dia do Seminário Potiguar Prazer em Ler que chegou em sua 8ª edição este ano e reuniu educadores de todo o Rio Grande do Norte durante os dias 25 e 26 de agosto no Hotel Praiamar, em Ponta Negra, para tratar de ações de incentivo à leitura.

Ninfa Parreiras, escritora e professora / Argemiro Lima
Ninfa Parreiras, escritora e professora / Argemiro Lima

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Por que devemos ler para os nossos filhos?

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A leitura para crianças entrou na lista das orientações básicas que pediatras americanos devem passar aos pais durante as consultas. A importância dessa prática tornou-se oficial recentemente, com a nova declaração da Academia Americana de Pediatria (AAP). Ao recomendar que pais leiam aos filhos diariamente desde o berço, a entidade faz seu primeiro movimento para integrar a medicina pediátrica e o desenvolvimento da linguagem.

A declaração destaca o papel dos livros infantis na aquisição do vocabulário e de outras habilidades de comunicação que devem preceder a alfabetização para garantir o bom desempenho escolar.

Com essa estratégia, os pediatras esperam reduzir as diferenças de linguagem entre crianças de famílias de alta e de baixa renda. No final do ano passado, um estudo da Universidade de Standford concluiu que já aos dois anos é possível perceber diferenças no vocabulário de acordo com escolaridade e renda da família. Filhos de pais com níveis mais altos de educação conhecem, em média, 30% mais palavras nessa idade. Continue lendo Por que devemos ler para os nossos filhos?

Ler: um hábito ou um vício?

Até que ponto o gosto pela leitura pode ser considerado um hábito saudável e que deve ser mantido? Quando essa prática pode se tornar um vício? Existe algum mecanismo que possa ser utilizado para que possamos chegar a um veredito?
Até que ponto o gosto pela leitura pode ser considerado um hábito saudável e que deve ser mantido? Quando essa prática pode se tornar um vício? Existe algum mecanismo que possa ser utilizado para que possamos chegar a um veredito?

Todos sabemos que a leitura agrega conhecimento, melhora o vocabulário, ajuda a manter a mente sempre em ação, leva o leitor a passear por lugares ainda não conhecidos, estimula a criatividade e insere o cidadão no mundo globalizado. Mas como algo que traz tantos benefícios pode ser considerado um vício?

Como toda a ação tem a sua reação, a prática excessiva da leitura pode sim levar o leitor a um mundo particular, desvinculando-o do convívio com a sociedade. Quando o cidadão passa a não mais participar da vida ‘fora’ do livro ele passa a sofrer as consequências da vida solitária. Não basta viajar nas páginas dos livros, temos que respirar o ar que existe além da obra. Continue lendo Ler: um hábito ou um vício?

15 livros proibidos que você precisa ler

Diego Santos, no Literatortura

“Basta esta ideia. O impulso converte-se em desejo, o desejo em vontade, a vontade numa ânsia incontrolável, e a ânsia ( para profundo remorso e mortificação de quem fala e num desafio a todas as conseqüências) é satisfeita.” [O Demônio da Perversidade – Edgar Allan Poe]

1122 No século XIX, Edgar Allan Poe escreveu o conto “O Demônio da Perversidade”.

O demônio em questão é uma espécie de sensação responsável por causar certos impulsos autodestrutivos. Em suma, é o desejo incontrolável de fazer algo que não deve, simplesmente por saber que é proibido.

Quando o site Jovem Ig realizou a lista que você verá a seguir, o conto de Poe imediatamente me veio a mente, principalmente pela imensa necessidade que senti em ler cada um deles!

É claro que nenhuma dessas obras continua sendo censurada, mas de qualquer forma, o fato de um dia terem sido consideradas uma ameaça à ordem vigente e ter causado preocupação nas autoridades já é um impulso a mais. Continue lendo 15 livros proibidos que você precisa ler