Arquivo da categoria: Internet

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Mark Zuckerberg escolhe seu segundo livro do ano em clube de leitura online

Mark Zuckerberg, a mente por trás do Facebook, vem tornando suas postagens na rede social um pouco mais “pessoais” já há algum tempo. Entre os destaques está o compartilhamento de suas leituras em clube online, a comunidade “A Year of Books” (“Um Ano de Livros”). E o executivo já anunciou qual será o segundo título escolhido para este início de 2015. De acordo uma publicação em sua Linha do Tempo, será a obra Os Anjos Bons da Nossa Natureza — Por que a violência diminuiu, de Steven Pinker.

“Meu segundo livro do ano é Os Anjos Bons da Nossa Natureza — Por que a violência diminuiu, de Steven Pinker. É um livro oportuno sobre como e por que a violência tenha diminuído de forma constante ao longo de nossa história, e como podemos continuar essa tendência”, comenta Zuckerberg, em sua postagem no Facebook.

O texto do escritor e psicólogo canadense Steven Pinker reflete sobre a relação entre a violência e o comportamento da sociedade na história, assim como as razões pelas quais as pessoas têm trilhado o caminho da paz com mais frequência. O livro foi publicado aqui no Brasil em 2013 pela editora Companhia das Letras.

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“Acontecimentos recentes podem fazer com que a violência e o terrorismo sejam mais comuns do que nunca, por isso é digno de se entender que toda a violência – até mesmo o terrorismo – está diminuindo ao longo do tempo. Se entendermos como estamos conseguindo isso, pode ser que continuemos o caminho para a paz”, afirma Zuckerberg.

O criador do Facebook elegeu no início do ano que 2015 seria o “Ano dos Livros” e criou uma comunidade para isso na rede social, com a meta de ler um novo título a cada duas semanas, assim como comentar a respeito. Antes do texto de Pinker, Zuckerberg já havia selecionado O Fim do Poder, de Moisés Naím, lançado por aqui em 2013 pela editora Leya Brasil.

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Como Os Anjos Bons da Nossa Natureza — Por que a violência diminuiu possui quase 1100 páginas, Zuckerberg adiantou que deve escolher um outro título enquanto termina o atual, para não sair da meta da comunidade “Year of Books”.

“Algumas pessoas que eu confio me disseram que este (Os Anjos Bons da Nossa Natureza) é o melhor livro que elas já leram. É um livro longo, então planejo levar um mês para lê-lo, ao invés de duas semanas. Vou acrescentar um terceiro livro em duas semanas, que será uma leitura mais curta, para complementar”, adiantou.

Para encerrar a postagem, Zuckerberg convidou todos a participar do clube de leitura online. “Se você quiser seguir os livros que estou lendo e participar das conversas com os autores, você pode ‘curtir’ a página ‘A Year of Books'”.

Fonte: Canaltech

Wikileaks pretende vazar novos arquivos secretos, afirma Assange

WikiLeaks

Julian Assange, fundador do Wikileaks, revelou neste domingo (16) que a sua organização está preparando um novo vazamento de documentos secretos. A declaração foi feita durante o fórum “Vigilância de Massas” no Festival de Cinema de Lisboa e Estoril.

Recluso na embaixada do Equador em Londres, Assange participou do evento por teleconferência e, além da revelação, também fez duras críticas ao Google por acreditar que a empresa trabalha em benefício do governo americano.

Assange não forneceu nenhum detalhe adicional sobre o conteúdo dos próximos vazamentos nem a data que os arquivos serão divulgados. Ao invés disso, ele se concentrou em fazer duras críticas ao governo e às agências de inteligência norte-americanas por tentarem controlar o maior número possível de dados mundiais. Assange ainda deu ênfase aos diversos ataques que o Wikileaks tem sofrido e exaltou que mesmo assim continua em pleno funcionamento.

O ciberativista continua refugiado na representação diplomática do Equador em Londres desde julho de 2012, quando a Corte Suprema Britânica autorizou sua extradição para a Suécia. No entanto, os suecos o acusam de ter cometido crimes sexuais, fato este que foi negado por Assange.

Segundo o ativista, a extradição é de interesse dos Estados Unidos, uma que vez que o país espera que ele seja julgado como Chelsea Manning, soldado que vazou documentos diplomáticos para o Wikileaks em 2010 e foi condenado a ficar 35 anos na prisão.

As críticas do principal porta-voz do site demonstram sua desaprovação com a centralização da informação em poucas mãos, algo que, na opinião dele, pode levar o mundo a ser um lugar mais totalitário.

Fonte: Canaltech

Confira 11 dicas de etiqueta para usar o e-mail profissionalmente

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Uma pesquisa relevou que grande parte dos trabalhadores dos Estados Unidos gasta um quarto do tempo no trabalho tentando lidar com as centenas de e-mails que recebem e enviam todos os dias, informa o site Business Insider. A coach de carreira Barbara Pachter afirmou que a maioria dos profissionais não sabe usar o e-mail de forma adequada.

Esses pequenos enganos acabam gerando situações embaraçosas para o profissional. Tal situação motivou Pachter a escrever o livro “The Essentials Of Business Etiquette” (ainda sem tradução para o português), no qual aborda as regras de etiqueta para enviar e-mails. Confira algumas dicas. Continue lendo Confira 11 dicas de etiqueta para usar o e-mail profissionalmente

Eleições no Brasil são a maior da história do Facebook

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As eleições 2014 não movimentaram apenas os locais de votação, mas também as redes sociais, que compartilhavam de maneira intensa cada momento que envolvia a escolha dos novos políticos. Segundo dados divulgados pelo Facebook, até o sábado, 320 milhões de interações sobre as eleições foram feitas, superando com folga as eleições ocorridas na Índia neste ano, onde foram contabilizadas 227 milhões de interações. As informações são do Estadão. Continue lendo Eleições no Brasil são a maior da história do Facebook

Professora usa celular como material didático em sala de aula

A professora aderiu ao celular somente esse ano, mas já incorporou ao cotidiano em sala de aula. Os alunos comemoram a atitude da docente
A professora aderiu ao celular somente esse ano, mas já incorporou ao cotidiano em sala de aula. Os alunos comemoram a atitude da docente

“Se não pode vencer o inimigo, junte-se a ele!” É assim que a professora de literatura Ciléa Tavares França, do Colégio Padre Machado, em Belo Horizonte, conseguiu atrair a atenção dos alunos e adaptar sua didática à nova realidade do mundo conectado. Com 20 anos de docência, ela adotou o celular como aliado em sala de aula. “É muito mais rápido consultar o significado de uma palavra no aplicativo de dicionários do que deslocar até a biblioteca e manusear aqueles livros enormes”, citando o exemplo de como tudo começou.

Percebendo o maior envolvimento dos alunos, a professora começou a pedir leitura de textos online como dever de casa. Quando o estudante alegava que não havia feito a atividade em casa ela então pedia para que texto fosse lido em sala de aula, ao vivo. “Não tem mais desculpas que esqueceu o material escolar em casa”, diz. Com a tecnologia, parece que agora não há mais como fugir da leitura nas aulas de educadora Ciléa. Continue lendo Professora usa celular como material didático em sala de aula

10 livros mais citados no Facebook

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Durante todo o ano de 2014 surgiram enquetes no Facebook pedindo para que as pessoas listassem seus livros preferidos — e sugerissem que os amigos fizessem o mesmo.

Na última quinzena do mês de agosto, a equipe do Facebook Data Science monitorou todas as postagens que citassem os termos ’10 livros’ ou ‘dez livros’. Aproximadamente 130 mil enquetes foram compiladas. Estados Unidos, Reino Unido e Índia lideraram o ranking de participações. A idade média dos participantes foi de 37 anos. O número de mulheres que responderam a enquete foi três vezes superior ao número de homens. Continue lendo 10 livros mais citados no Facebook

A Amazon é aliada ou algoz dos editores?

Na última quinta-feira, a Amazon lançou sua loja virtual de livros físicos no Brasil. A partir de então, os profissionais do livro não têm outro assunto: a chegada da gigante e suas consequências para o mercado. Mas por que editores se preocupam tanto com isso? Afinal, a abertura de um novo canal de vendas deveria ser comemorada. E se esse canal é eficiente para oferecer bons descontos e atrair leitores, um tanto melhor, não?

A realidade é mais complicada. Muitos editores temem que descontos acirrados quebrem livrarias independentes e até tirem concorrentes de peso do mercado, dando à Amazon uma condição próxima do monopólio. Seria então questão de tempo para a empresa começar a exigir condições draconianas. Esse temor não é infundado, uma vez que a gigante norte-americana trava hoje batalhas de negociação com a Hachette nos EUA e com a Bonnier na Alemanha, fazendo uso de seu arsenal monopolista.

É importante, portanto, olhar a questão objetivamente. No último sábado, comparei os preços oferecidos por oito lojas virtuais para os 20 livros mais vendidos do país segundo a lista do boletim de notícias do mercado editorial PublishNews. E não era a Amazon quem oferecia os maiores descontos. Na realidade era o Extra quem praticava os melhores preços para 13 livros da lista, entre eles “A culpa é das estrelas” e “Getúlio — 1945-1954”. O desconto médio oferecido pelo Extra era de 46,19%, enquanto o Ponto Frio, do mesmo grupo, operava com 42,24%. A Amazon, com seu desconto médio de 41,55%, ocupava apenas a terceira posição. A Saraiva vinha logo a seguir, oferecendo 37,37% de desconto médio, seguida por Livraria da Folha, Fnac, Cultura e Submarino.

Como os descontos são maiores para best-sellers e menores para livros de catálogo, conclui-se que os descontos oferecidos pela Amazon não estão fora do padrão do que já era praticado pelo mercado brasileiro. É claro que sua chegada joga lenha na fogueira da guerra de preços, que ganhará ritmo acelerado e maior truculência, mas não se pode acusar a Amazon nem de ter começado a guerra, nem de oferecer os maiores descontos por enquanto.

Ainda assim, a defesa de uma lei do preço fixo para o livro ganha força entre editores e livreiros. O problema é que quem pagará a conta do preço fixo é o leitor, que não terá mais descontos. Vale lembrar que a Alemanha tem preço fixo, mas isso não impediu a Amazon de crescer e pressionar os editores.

O mercado de livros deve lembrar que hoje seu maior concorrente são as outras indústrias do entretenimento. Nos últimos dez anos, o PIB brasileiro cresceu 41,82%, e o faturamento das editoras apenas 7,34%, segundo números da Câmara Brasileira do Livro. A indústria do livro, portanto, está perdendo espaço, apesar do crescimento da classe C, do aumento de universidades e da queda do analfabetismo funcional. Nesse cenário, a Amazon está mais para uma aliada do editor do que para seu algoz. Mas tudo pode mudar no futuro, e não seria nem de longe a primeira traição da História por razões mercantilistas.

Fonte: O Globo

Como será nossa vida daqui a 20 anos?

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A MONTAGEM, INSPIRADA EM “1984″, DE GEORGE ORWELL, MOSTRA A VIGILÂNCIA CONSTANTE – ALGO PREVISTO PARA ACONTECER DAQUI 20 ANOS (FOTO: FLICKR TJ BLACKWELL / CREATIVE COMMONS)

Peço uns segundos de reflexão para o seguinte: o aparelho de telefone que você tem no bolso tem o poder de processamento e a capacidade de armazenamento várias vezes maiores do que o computador gigante que você usava pra entrar no ICQ em 2003. Aliás, o seu celular é mais poderoso do que o computador da NASA que levou o Apollo 11 à Lua.

A velocidade com que a tecnologia avança é observada pela Lei de Moore, uma “profecia” de 1965 do então presidente da Intel, Gordon Moore. A Lei de Moore diz que o número de transistores em um chip dobra a cada 18 meses, e esse padrão se mantém desde então. Em 2001, o inventor e futurista Ray Kurzweil ampliou a teoria de Moore, dizendo que sempre que uma tecnologia encontra um tipo de barreira que interrompe ou desacelera seu desenvolvimento, surge uma outra tecnologia que rompe com essa barreira. Kurzweil acredita que a humanidade deve atingir a singularidade tecnológica em 2045 – asingularidade é o o nome que se dá ao momento em que a civilização atingirá níveis tecnológicos tão rápidos, avançados e que mudarão tão profundamente os paradigmas da sociedade como um todo, que a inteligência artificial vai superar a inteligência humana, e nossa mente limitada de hoje é incapaz de prever exatamente o que isso significará.

A evolução tecnológica, então, não é linear, e não dá pra esperar que nos próximos 20 anos a gente avance tanto quanto nos 20 anos que passaram. Na verdade, o mundo será completamente diferente: levando em conta a projeção de Moore e as análises de Kurzweil, que é um dos mais respeitados futuristas do mundo, em 18 ou 20 anos a tecnologia será centenas de milhares de vezes mais avançadas do que é hoje (dá uma olhada nesse gráfico pra entender a dimensão da coisa). Por isso, é muito difícil prever os paradigmas que serão rompidos nesse período.

Mas há quem esteja tentando – gente que, inclusive, já teve sucesso no passado em palpitar sobre onde estaríamos tecnologicamente nos dias de hoje. O PEW, instituto de pesquisas sobre internet, conversou com especialistas sobre as possibilidades para a internet nos próximos anos. O site Edge.org entrevistou Kevin Kelly, editor da revista Wired e um dos mais respeitados analistas sobre o futuro da tecnologia. E nós vasculhamos o vasto material coletado nessas entrevistas em busca da resposta: quão diferente nossa vida será daqui a 20 anos por causa da evolução tecnológica?

Wearables Você já deve ter ouvido falar dessa categoria de gadgets – que carece de uma tradução adequada em português. O termo se traduz literalmente como “vestíveis” e nele se encaixam aparelhos como o os relógios da Samsung e da Apple, o Glass, do Google, e pulseiras que registram atividades físicas, como Fitbit. De acordo com especialistas, é aí que vamos nos aproximar mais rapidamente dos filmes de ficção científica. Eles vão baratear, se tornar populares e vão incorporar aplicativos de realidade aumentada capazes de mudar nosso cotidiano e a maneira como os recursos tecnológicos se relacionam. Imagine ver a realidade com camadas de dados – visualizar, pelo seus óculos, a distância de onde você está para onde quer ir, com coordenadas ao vivo? As possibilidades para gadgets como esses são bastante amplas.

A escassez de atenção “Nós gastamos quatro, talvez cinco anos estudando e treinando para aprender a ler e escrever, e esse processo de aprendizado afeta as conexões no nosso cérebro. (…) Pode ser que para que aprendamos a gerenciar nossa atenção, a pensar de maneira crítica, (…) toda essa ‘alfabetização tecnológica’, tenhamos que passar anos treinando e estudando. Talvez demande treinamento, estudo”, diz Kevin Kelly, editor da revista Wired. Outros especialistas concordam: atenção e a capacidade de focar-se em algo por um período estendido serão commodities raras, e talvez ainda não saibamos, mas seja necessário estudar e dedicar tempo a adaptar nosso cérebro a esse contexto de hyperlinks e referências cruzadas entre o conteúdo que consumimos sem deixar que isso atrapalhe a concentração e a absorção da informação.

Internet das coisas A internet ainda é, para nós, uma coisa na qual estamos conectados ou não. Ou seja, existem momentos em que estamos na rede e horas em que estamos completamente desconectados. Em 20 anos, a relação entre nós e a rede será parecida com a maneira como lidamos com a eletricidade: ela simplesmente existe e permeia nosso cotidiano. Não falamos sobre, não analisamos seu impacto e assumimos que ela simplesmente esteja ali o tempo. Só notamos que ela existe quando não a temos mais. Da mesma maneira que a eletricidade, espera-se que a internet fique tão barata que se espalhe pelo mundo e chegue inclusive a regiões carentes.

Um dos especialistas disse, anonimamente: “a internet e a humanidade serão uma coisa só, pro bem ou pro mal. A internet das coisas será a inovação mais útil, e a que mais pegará as pessoas de surpresa.” Nos próximos 20 anos, a internet será parte de praticamente todas as coisas que a gente tem e tudo vai se integrar online – da porta da sua frente da sua casa a sua bicicleta, sua câmera fotográfica, sua geladeira, as lâmpadas e a mesa de jantar.

Esqueça a privacidade Se você acha que temos um problema com privacidade, saiba que a maioria dos analistas diz que é um caminho sem volta. E em vez de nos preocuparmos em não sermos monitorados, vamos desistir de brigar pelo impossível e tentar diminuir o impacto dessa nova realidade. Como? Exigindo mais transparência(assim, tendo certeza quem está nos monitorando, quando e porquê) e negociando períodos cegos, um espaço de tempo pra ficar livre da vigília constante.

A tecnologia resolve problemas, mas cria outros A maioria dos nossos problemas hoje é tecnogênico, ou seja, foram criados pela tecnologia”, explica Kevin Kelly. E a maioria dos problemas do futuro, ele diz, serão criados por tecnologias que estamos desenvolvendo hoje. Isso acontece desde os primeiros avanços tecnológicos – quando, por exemplo, o homem desenvolveu um martelo feito de pedra, ele foi usado como ferramenta, pra produzir outras coisas, mas também foi usado para ferir pessoas de maneira mais eficiente. E Kelly diz que usar um martelo para uma coisa ou outra é uma questão de escolha, mas que antes de inventarmos o martelo, essa escolha nem existia. “A tecnologia segue dando meios para que façamos o bem e o mal, e está ampliando as duas possibilidades, mas o fato de que temos uma nova escolha a cada vez é uma coisa boa também.”

Fonte: Galileu

Como testar grátis o Kindle Unlimited no Brasil, o ‘Netflix de livros’

kindle

O novo serviço da AmazonKindle Unlimited, funciona como um “Netflix dos livros” e promete revolucionar a leitura de e-books pela Internet. A ferramenta permite acessar mais de 600 mil publicações disponíveis no acervo, em texto e áudio, por um valor fixo de U$S 9,99 mensais. No entanto, o primeiro mês é gratuito para testar o serviço, liberado para clientes com conta americana. Quer saber como conseguir uma conta para acessar os e-books? Então veja neste tutorial. Continue lendo Como testar grátis o Kindle Unlimited no Brasil, o ‘Netflix de livros’